Exercícios atualizados em embriologia e histologia
Ao longo do crescimento embrionário alguns genes são ativados e outros desativados. Dessa maneira surge a diferenciação celular, ou seja, tipos celulares com formatos e funções distintos, que organizam os diversos tecidos e posteriormente formarão os órgãos. Na espécie humana as principais fases do desenvolvimento do embrião são a clivagem ou segmentação, gastrulação e organogênese. Durante a clivagem as divisões mitóticas são rápidas e dão origem as células chamadas blastômeros. Diante da velocidade com que as células se dividem, o embrião apresenta aumento do número delas, mas não de tamanho. O primeiro estágio da clivagem é a mórula, um maciço celular originado entre o quarto dia após a fecundação. Na segunda e última etapa ocorre a blástula, onde as células delimitam uma cavidade interna chamada blastocele, cheia de um líquido produzido pelas próprias células .
Até a fase de blástula as células embrionárias são chamadas de células-tronco, que podem originar todos os diferentes tipos de célula do corpo. A partir da blástula, inicia a fase de gastrulação, onde o embrião começa a aumentar de tamanho e surge o intestino primitivo ou arquêntero e ocorre a diferenciação dos folhetos germinativos ou embrionários..
Os Anexos Embrionários (alantoide, âmnio, cório e vesícula vitelina) são estruturas que se formam a partir dos folhetos embrionários ectoderma, endoderma e mesoderma.
Eles surgem durante a gestação, mas não fazem parte do embrião. Por esse motivo também são chamados de estruturas extra embrionárias e desaparecem com o nascimento.
Têm a função de auxiliar o desenvolvimento do embrião. Isso é feito mediante a cedência de nutrientes, da proteção e da troca entre o embrião e o meio externo através do corpo materno (respiração e excreção).
Para os estudantes que desejam iniciar uma graduação por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), é necessário manter a atenção em diversos conteúdos nas mais variadas disciplinas. Um dos assuntos que é cobrado na disciplina de biologia é a histologia, ramo da ciência que estuda os tecidos biológicos de animais e plantas. Além disso, na área da saúde, a histologia permite realizar diagnósticos de diversas doenças a partir de estudos comparativos entre tecidos das peles saudáveis e doentes.
A organização do corpo vegetal é bem diferente da organização do corpo animal. Os vegetais possuem adaptações à nutrição autotrófica e tal fato depende de características próprias na organização tecidual das plantas.
Diferentemente de animais, os vegetais podem apresentar crescimento primário ou secundário. No primeiro caso, comum a todos as plantas, observamos alongamento longitudinal, tornando-se a raiz cada vez mais profunda e o caule cada vez mais alto. Este crescimento ocorre sempre a partir de células indiferenciadas localizadas nas extremidades do organismo. O crescimento secundário, por outro lado, envolve o aumento do diâmetro de uma planta, sendo exclusivo de gimnospermas e angiospermas.
Os tecidos vegetais podem ser classificados em embrionários ou de formação – os meristemas – e tecidos permanentes ou diferenciados, que estão subdivididos em tecidos de revestimento, de assimilação ou reserva, de sustentação, de condução e de secreção.