Selecionar Idioma
Américas
English (English) Kreyòl Ayisyen (Haitian Creole) Português (Brasil) (Portuguese (Brazil)) Español (Spanish)
Europa
Afrikaans (Afrikaans) Shqip (Albanian) Հայերեն (Armenian) Azərbaycanca (Azerbaijani) башҡорт (Bashkir) Euskara (Basque) Беларуская (Belarusian) Bosanski (Bosnian) brezhoneg (Breton) Български (Bulgarian) Català (Catalan) Hrvatski (Croatian) Čeština (Czech) Dansk (Danish) Nederlands (Dutch) Esperanto (Esperanto) Eesti (Estonian) Føroyskt (Faroese) Suomi (Finnish) Français (French) Galego (Galician) Deutsch (German) Ελληνικά (Greek) Magyar (Hungarian) Íslenska (Icelandic) Gaeilge (Irish) Italiano (Italian) Latina (Latin) Latviešu (Latvian) Lietuvių (Lithuanian) Lëtzebuergesch (Luxembourgish) Македонски (Macedonian) Malti (Maltese) Norsk (Norwegian) Norsk bokmål (Norwegian Bokmål) occitan (Occitan) Polski (Polish) Português (Portuguese) Română (Romanian) Русский (Russian) Српски (Serbian) Slovenčina (Slovak) Slovenščina (Slovenian) Svenska (Swedish) татар (Tatar) Türkçe (Turkish) Türkmen (Turkmen) Українська (Ukrainian) Cymraeg (Welsh)
Ásia e Pacífico
অসমীয়া (Assamese) বাংলা (Bengali) မြန်မာ (Burmese) 简体中文 (Chinese (Simplified)) 繁體中文 (Chinese (Traditional)) ქართული (Georgian) ગુજરાતી (Gujarati) ʻŌlelo Hawaiʻi (Hawaiian) हिन्दी (Hindi) Bahasa Indonesia (Indonesian) 日本語 (Japanese) Jawa (Javanese) ಕನ್ನಡ (Kannada) Қазақ (Kazakh) ខ្មែរ (Khmer) 한국어 (Korean) Кыргызча (Kyrgyz) ລາວ (Lao) Bahasa Melayu (Malay) മലയാളം (Malayalam) Māori (Maori) मराठी (Marathi) Монгол (Mongolian) नेपाली (Nepali) ଓଡ଼ିଆ (Odia) ਪੰਜਾਬੀ (Punjabi) संस्कृत भाषा (Sanskrit) සිංහල (Sinhala) Basa Sunda (Sundanese) Tagalog (Tagalog) Тоҷикӣ (Tajik) தமிழ் (Tamil) తెలుగు (Telugu) ไทย (Thai) བོད་སྐད་ (Tibetan) Oʻzbekcha (Uzbek) Tiếng Việt (Vietnamese)
Oriente Médio e África
አማርኛ (Amharic) العربية (Arabic) Hausa (Hausa) עברית (Hebrew) Igbo (Igbo) Kinyarwanda (Kinyarwanda) Kurdî (Kurdish) lingála (Lingala) Malagasy (Malagasy) پښتو (Pashto) فارسی (Persian) chiShona (Shona) سنڌي (Sindhi) Soomaali (Somali) Kiswahili (Swahili) ትግርኛ (Tigrinya) اردو (Urdu) Wolof (Wolof) isiXhosa (Xhosa) ייִדיש (Yiddish) Yorùbá (Yoruba) isiZulu (Zulu)

Embriologia e Histologia

Exercícios atualizados em embriologia e histologia

Embriologia e Histologia Embriologia e Histologia Embriologia e Histologia Biofininho
R$ 40 , 00 Pague com PagSeguro

O que você vai aprender?

Embriologia
Classificação Embriológica Aula gratuita!

Ao longo do crescimento embrionário alguns genes são ativados e outros desativados. Dessa maneira surge a diferenciação celular, ou seja, tipos celulares com formatos e funções distintos, que organizam os diversos tecidos e posteriormente formarão os órgãos. Na espécie humana as principais fases do desenvolvimento do embrião são a clivagem ou segmentação, gastrulação e organogênese. Durante a clivagem as divisões mitóticas são rápidas e dão origem as células chamadas blastômeros. Diante da velocidade com que as células se dividem, o embrião apresenta aumento do número delas, mas não de tamanho. O primeiro estágio da clivagem é a mórula, um maciço celular originado entre o quarto dia após a fecundação. Na segunda e última etapa ocorre a blástula, onde as células delimitam uma cavidade interna chamada blastocele, cheia de um líquido produzido pelas próprias células .

Até a fase de blástula as células embrionárias são chamadas de células-tronco, que podem originar todos os diferentes tipos de célula do corpo. A partir da blástula, inicia a fase de gastrulação, onde o embrião começa a aumentar de tamanho e surge o intestino primitivo ou arquêntero e ocorre a diferenciação dos folhetos germinativos ou embrionários..

Conteúdo da aula
PDF - 776 KB
Anexos embrionários
lock

Os Anexos Embrionários (alantoide, âmnio, cório e vesícula vitelina) são estruturas que se formam a partir dos folhetos embrionários ectoderma, endoderma e mesoderma.

Eles surgem durante a gestação, mas não fazem parte do embrião. Por esse motivo também são chamados de estruturas extra embrionárias e desaparecem com o nascimento.

Têm a função de auxiliar o desenvolvimento do embrião. Isso é feito mediante a cedência de nutrientes, da proteção e da troca entre o embrião e o meio externo através do corpo materno (respiração e excreção).

Conteúdo da aula
PDF - 374 KB
Exercícios complementares - Embriologia
lock
Conteúdo da aula
PDF - 426 KB
Histologia
Histologia Animal
lock

Para os estudantes que desejam iniciar uma graduação por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), é necessário manter a atenção em diversos conteúdos nas mais variadas disciplinas. Um dos assuntos que é cobrado na disciplina de biologia é a histologia,  ramo da ciência que estuda os tecidos biológicos de animais e plantas. Além disso, na área da saúde, a histologia permite realizar diagnósticos de diversas doenças a partir de estudos comparativos entre tecidos das peles saudáveis e doentes.

Conteúdo da aula
PDF - 969 KB
Histologia Vegetal
lock

A organização do corpo vegetal é bem diferente da organização do corpo animal. Os vegetais possuem adaptações à nutrição autotrófica e tal fato depende de características próprias na organização tecidual das plantas.

Diferentemente de animais, os vegetais podem apresentar crescimento primário ou secundário. No primeiro caso, comum a todos as plantas, observamos alongamento longitudinal, tornando-se a raiz cada vez mais profunda e o caule cada vez mais alto. Este crescimento ocorre sempre a partir de células indiferenciadas localizadas nas extremidades do organismo. O crescimento secundário, por outro lado, envolve o aumento do diâmetro de uma planta, sendo exclusivo de gimnospermas e angiospermas.

Os tecidos vegetais podem ser classificados em embrionários ou de formação – os meristemas – e tecidos permanentes ou diferenciados, que estão subdivididos em tecidos de revestimento, de assimilação ou reserva, de sustentação, de condução e de secreção.

Conteúdo da aula
PDF - 483 KB
Exercícios complementares - Histologia Vegetal
lock
Conteúdo da aula
PDF - 341 KB

Sobre o curso

Entende-se por Embriologia, a área da Biologia voltada para o estudo dos organismos durante o seu estágio embrionário, analisando seu desenvolvimento e caracterizando cada processo durante a formação do indivíduo. A Embriologia estuda todas as fases e processos do desenvolvimento embrionário, desde os mecanismos de formação das células especializadas em reprodução (gametas), até a formação de todos os órgãos e o desenvolvimento completo do indivíduo.

Essa área da Biologia se encontra dentro de um campo maior de estudo, conhecido como Biologia do Desenvolvimento. Esse campo busca, utilizando conceitos de Citologia, Histologia, Biologia Molecular, Genética, Evolução e Zoologia, compreender os processos de desenvolvimento dos indivíduos ainda nos estágios iniciais de formação.

Através dos avanços nos estudos da Embriologia, foi possível notar que o desenvolvimento embrionário pode apresentar diferenças significativas de uma espécie para outra.

"Todos os seres vivos são formados por células, estruturas consideradas as menores unidades morfológicas e funcionais dos organismos. Alguns seres apresentam apenas uma célula, sendo chamados de unicelulares; outros, no entanto, apresentam vários conjuntos dessas estruturas, sendo considerados multicelulares. Nos organismos multicelulares, as células com características semelhantes e que exercem a mesma função geral formam os tecidos. A parte da Biologia que estuda a função dos tecidos e suas interações recebe o nome de Histologia."Todos os seres vivos são formados por células, estruturas consideradas as menores unidades morfológicas e funcionais dos organismos. Alguns seres apresentam apenas uma célula, sendo chamados de unicelulares; outros, no entanto, apresentam vários conjuntos dessas estruturas, sendo considerados multicelulares. Nos organismos multicelulares, as células com características semelhantes e que exercem a mesma função geral formam os tecidos. A parte da Biologia que estuda a função dos tecidos e suas interações recebe o nome de Histologia.
O termo histologia começou a ser utilizado em 1819 por Mayer, que o criou baseando-se na palavra tecido, do grego histos, proposta anos antes pelo francês Xavier Bichat. Esse último pesquisador denominou de tecido as estruturas macroscópicas encontradas no corpo que apresentavam diferentes texturas. Segundo Bichat, tínhamos no corpo 21 tipos diferentes de tecidos."

Saiba mais

Biofininho

Aprenda Biologia com o professor Fininho
Tecnologia